O livro "Tempo e Conhecimento: Dialética da Duração e Fundamentos da Narrativa para uma História de Tempo Recente/Presente (1968-2002) da Educação Superior Brasileira" de Autoria de Alexandre Antônio Gíli Náder é Publicado pela Editora do CCTA da UFPB.

por Ana Magyar — publicado 15/11/2018 20h31

O propósito inicial do trabalho foi elaborar a História da Educação Superior Brasileira, no período entre 1968-2002, no que tange ao processo de sua institucionalização e à fragilização do regime universitário. No entanto, após apreciação crítica de bibliografia sobre o tema, quanto a seus pressupostos histórico-historiográficos, o intuito originário adquiriu mais amplos e- afirmamos- melhores contornos, constituindo-se em uma vigorosa reflexão de natureza teórica adicionada de um direcionamento programático.

Tendo como escopo “uma escrita da história consistente” sobre o objeto de pesquisa – relembremos: a História da Educação Superior no Brasil no período de 1968 a 2002 – o Autor realiza, então, no CAPÍTULO I, um exame do processo histórico constitutivo da modernidade, desde a desagregação do mundo medieval; e, no CAPÍTULO II, um exame da contemporaneidade, por muitos autores denominada e interpretada como “pós-modernidade”.

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A Editora do CCTA da UFPB publica o Livro "Rádio - Estudos Contemporâneos" organizado por Norma Meireles, Elton Bruno Pinheiro e Lívia Moreira Barroso.

por Ana Magyar — publicado 15/11/2018 20h10

A história do rádio brasileiro é rica e repleta de grandes feitos que compõem o cenário midiático nacional em nível político, social e cultural. O rádio foi a primeira mídia eletrônica móvel do mundo e também o pioneiro em estabelecer um diálogo permanente com o/a ouvinte, em um processo antecipado de interatividade. Portanto, este volume de textos fortalece o rádio como instrumento de inclusão, de transformação e de exercício da cidadania. Sem perder a sua essência, o rádio agrega as novas ferramentas digitais para ampliar seu raio de penetração e estender sua polifonia dialógica a todo o planeta em rede. Percebe-se que a tradição radiofônica se mantém bem mais que outros veículos de comunicação, haja vista o rádio ter uma característica que o define e o fortalece, que é a primazia da oralidade. As pessoas ainda gostam muito de conversar, de trocar ideias, de dialogar.

A perspectiva desta publicação é que os grupos de trabalho, através de seus textos, sejam capazes de manter os estudos radiofônicos sob os novos paradigmas comunicacionais.

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